quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A Carta

Faz dessa que virou a minha fracassada e única chance de estar ao seu lado se transformar em mais uma e vamos ser felizes juntos.
Eu estou passando por cima do meu orgulho, mas não importa. Se isso for possível pra você, faça também!
É dificil; Mas não impossivel.
Vamos enxugar todas essas lágrimas que só estão nos fazendo perder a capacidade de viver em paz. Vamos escrever a história que sempre sonhamos pra nós. Eu não consigo mais viver sem ti, isso é fato! Me deixa fazer de você o homem mais feliz do universo!
Corre me dar o abraço mais lindo, o beijo mais sincero e o sorriso mais perfeito. A vida é curta demais e o nosso tempo está passando, enquanto a gente tá aqui, sofrendo, quando poderíamos estar em outra.
Eu aprendo a te entender, você aprende a me decifrar e assim seguimos...
Hora de jogar fora esse orgulho que só vai nos consumir, não acha? Uma hora pode ser tarde, nunca sabemos o que pode acontecer dali a pouco.
Eu estou aqui, de alma e coração aberto mais que nunca.
Só precisava te dizer isso; (certa de que depois de tudo o que eu falei, nervosa e eufórica, era simplismente o que eu tinha vontade de falar).
Se vai valer a pena? Se vai ser realmente feliz?
Faremos valer a pena! Vamos nos tornar verdadeiramente felizes SIM!
Estou falando por NÓS! Não somente eu. Mesmo porque, não depende só de mim; você precisa estar disposto, senão esquece tudo isso!
O que eu posso te dizer, é que eu prometo aprender uma receita de molho branco e abandonar de vez o saquinho do molho instantâneo apimentado. E além disso, ser sua e somente sua, pro resto da vida. Ser a mulher do Felipe, a mão do Fabricio (ou se preferir mesmo, Fabrizio), que tal?
Puta que o pariu, como eu amo você! Volta logo pros meus braços que estão morrendo de saudades de você.
Eu não quero um amor guardado. Quero um amor ativo, pra ser vivido cada dia mais lindo ao seu lado.


É o que eu posso te oferecer agora.

sábado, 19 de julho de 2008

Fardo

Pára de aparecer na minha vida pra virar ela de pernas pro ar! Pelo amor de Deus!
Pára de me tirar do sério, pára de ser meu carma. Pára! Me deixa em paz!
Eu só quero seguir em frente, ser feliz; e com você por perto eu não consigo.
Conseguiria se eu pudesse te ter, te tocar, te beijar até perder o fôlego. Mas eu não posso.
Me sinto impotente ao te ver. Uma imbecil pra falar a verdade.
Até quando eu vou me enganar, dizendo que dessa vez eu superei tudo, te esqueci pra sempre e sou uma nova pessoa?
É sempre assim. Tudo é tão perfeito até as férias. Janeiro, julho e dezembro. Você aparece, acaba comigo. Me deixa sem chão, sem rumo, perdida em tudo que eu faço. É só eu te encontrar, passar por você.. eu não sou mais nada!
O que eu tenho pra te falar? Volta! Ou pros quintos dos infernos de onde você veio, ou pros meus braços que morrem de saudade de você.
Eu não tenho mais forças.
Eu até que sou forte, mas meu coração não aguenta mais.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Aiai, Caramba!

Aí agora, quase dez e meia da noite, trocando a novela das oito por algumas músicas cansadas em um rádio cansado, me derreto feito boba lembrando do seu jeito doce e ingênuo. Há tempos que não sentia essa saudades gostosa! Não sei se é reciproco, muito menos até onde vai tudo isso.
Ainda não aprendi a entender suas vontade, seus desejos e seus pensamentos no ar. Mas me diga você, caro leitor, existe coisa melhor do que conhecer e aprender a decifrar tudo isso aos pouquinhos?
Me dá vontade mais e mais de te pegar de jeito pra saber como você é, e decorar todas as suas dobrinhas, pintinhas e cicatrizes, do dedão do pé até a pontinha desse nariz gostoso de morder!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Brisa

Viajando num lugar onde que só eu sei onde e como é. Capacidade de não sentir frio nessa brisa gelada que invade meu quarto e vem ao meu encontro. Tô agoniada, calculando mil formas de escapar dessa loucura que me conquista cada dia mais. Muitas borboletas saltando no meu estômago gelado. Me sinto sem chão. Você anda me deixando sem rumo, desnorteada.
Parece até que essa brisa só passou por aqui pra trazer o seu perfume doce e encantador.

terça-feira, 11 de março de 2008

Hoje eu acordei mais tarde..

...pois ontem a noite ainda lamentei.
Foi um prazer te conhecer, um prazer te amar. Um prazer!
Mas eu não sou de aço.
No meio dos pensamentos que ficaram no meu travesseiro, sem perceber, deixei você. E só hoje dei por mim a falta de algo.
Tomamos dois destinos diferentes. Fechei os olhos pra não ver. Meu egoísmo me fez não te merecer e perdi você pra mim mesma.
Então, em um instante louco e eufórico, me dei conta e me perguntei se compensava toda aquela angústia que eu carregava.
Hoje, posso dizer em alto e bom tom que deixei de amar você.
E acho que já era de se esperar...
Enfim o coração entendeu que era um grande desperdício olhar sempre atrás de você quando deveria estar olhando para frente.
Poderia concluir essa postagem, escrevendo que o que me importa hoje é que você seja feliz. Mas não! Como primeira prova disso tudo, termino grafando que o que mais importa é que a Thais seja feliz.

Foi um prazer te conhecer, um prazer te amar. Um prazer!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

No Controle

Às vezes é na rua mesmo, numa volta pela praça no fim da tarde, fumando um cigarro, assobiando com uma mão no bolso da blusa - ou olhando o nada; uma coisa estranha começa a apertar o estômago vai pra o peito e beira a agonia fina e descomprometida, uma vontade de abandonar o barco, pegar um avião, sem rumo, sem lenço, sem nada; de repente é tudo ao mesmo tempo, as sensações costeiam os sentidos acionados.
É quando sei que não adianta muita coisa. Olhar para os lados, para o céu, contar os postes, controlar os pensamentos; Você vai surgir de algum lugar e eu vou ficar quase paralisada, embriagada com a sua presença, seu sorriso, quase em câmera lenta, seus dentes claros que não fumam (ao contrario dos meus), seus olhos que por vezes, ficam mais claros ao sol, revelam um castanho misterioso e suave. Ainda não progredindo, percebo que um sujeito que pelo jeito não entende nada de amor está atento à situação, me censurando com o olhar.
Necessito de um café, preciso engolir um cigarro, preciso sumir!
A sensação diminui aos poucos e percebo que você se distância do meu espírito e que isso é bom, pois poderei continuar andando, poderei procurar você, poderei ir a sua casa e não tocar a campainha, sentir a brisa distante e triste. Assumir o controle, imaginar o que poderia ter dito, feito, tudo dentro da insanidade sã dos meus fundamentos imaginários.
Não lhe encontrar é a minha forma de continuar amando, no controle.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Se arrependimento matasse...


...eu estaria mortinha de arrependimento do arrependimento.
Arrependimento do não feito, já sentiu? E arrependimento do arrependido no dia seguinte, já?
Isso sempre acontece comigo. Crio quatrocentas expectativas, me empolgo, vivo tudo em mente, no outro dia me acabo de tanto rir. Do não feito. E também do feito vai!
Sempre pensei que o arrependimento não deveria existir e sim uma lição. Fiz? Fiz! Não fiz? Ferrou! Se tivesse feito? Sorte que não fiz. Ou mesmo um “nunca mais”, ou ainda um: “Se Deus quiser, amanhã eu repito!”.
Hoje eu acredito que não passa de covardia deixar de fazer o que se tem vontade por medo. Tentar não custa nada. Quebrar a cara menos ainda. Doer dói, mas é assim que funciona o sistema (aquele nervoso sabe?). Ainda assim, o prazer da conquista não tem preço.

Esquece vai!

Hoje eu acredito que eu quero uma cervejinha. E acredito também, que deixar de fazer o que se tem vontade por medo é covardia. Beber a minha cerveja não custa nada. Ir até a geladeira buscá-la, menos ainda. Doer a cabeça amanhã, que venha a dor. Mas é assim que funciona o sistema (aquele que pode ficar mais sereno sabe?) Ainda assim, o prazer dum sono tranqüilo essa noite, não tem preço.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Metade Completa

Tô cansada. Cansada de falar para o coração que quem sabe dessa vez vai. E não ir.
Também não quero mais me encantar por ninguém. Não quero esperar que entendam a simplicidade que eu procuro. Sei que falo mil bobagens, uso mil máscaras, mas acabo sempre remoendo minhas cicatrizes no fim da noite. E sempre engolindo a seco no dia seguinte.
Mas é uma combinação difícil, talvez impossível essa que eu procuro. Quero alguém pra não fazer joguinhos, alguém que queira estar comigo e eu com ela, alguém que tenha as mesmas vontades e que não as tenha sempre. Quero uma metade completa, entende?

Será que não há mesmo quem entenda as mulheres?

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Bem de perto

Acho que o que mais me atinge é o fato de não poder ter a sua companhia, ou melhor, ter você como testemunha das minhas vitórias, das derrotas e das minhas alegrias. Não ter você para combinar e se perder comigo numas 3 horas de cerveja no boteco só para decidir o que fazer no próximo feriado prolongado.
É tão estranho ter que fugir de você, me esconder de você atrás de uma prateleira de massa de tomate no supermercado antes que você me veja e me olhe com aqueles olhos medrosos e com esse ar ridículo que você veio a criar, só pra me privar do desconforto de te ter tão perto e não poder te abraçar. Eu te conheço tanto. Às vezes fico a me lembrar das suas manias, das suas pintinhas lindas, do seu jeito de me abraçar, de me olhar, do jeito que me dava beijinho na testa, e até mesmo o jeito como brigava comigo por coisas fúteis, que em 10 minutos já era o passado e então eu mais uma vez estava em seus braços, me sentindo a mulher mais segura do universo.
Contudo, você fez parte da minha vida, me fez crescer, me fez rir, me fez te amar. E se o fim chegou, nós sabemos que não foi por desrespeito, e muito menos por traição e falta de lealdade. O fim é só conseqüência.
E é desse jeito, na loucura e vendo aquela pessoa que um dia adoramos ter visto dormir, ir embora. Às vezes nem ir pra tão longe assim, mas parar nos braços e nas graças de outra pessoa bem perto de você.

Querer te amar pra sempre, talvez, tenha sido meu maior erro.